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	<title>Comentários sobre: Sobre o Blog da AND</title>
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	<description>Relatores:Cleide Napoleão e João Marcus - Grupo C</description>
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		<title>Por: admin</title>
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		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 05:29:07 +0000</pubDate>
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		<description>Pesquisadas as três últimas ANDs. que trataram da PDL (XX/2004, XXI/2006 e XXII/2008), a de 2008 decidiu manter a PDL no Regulamento do PASBC. 
Em 2004 a eliminação da PDL foi pedida e aprovada. 
Em 2006 a plenária revogou o pedido de eliminação da PDL (por 50 votos a favor da revogação, 12 contrários e 6 abstenções), após apreciar o item do Relatório do Grupo: “Revogar o pedido de eliminação do PDL proposto na AND de 2004, por tratar-se de um fator inibidor de abusos, atuar no sentido da preservação da saúde financeira do PASBC” (que no Grupo foi aprovado por 27 votos com 3 abstenções).  

Em 2008, no Grupo 4 que trata do PASBC, foi incluído no Relatório o item I-c: “Que o SINAL trabalhe, incansavelmente, pela extinção da PDL” (por 9 votos favoráveis, 9 contrários e 2 abstenções) e tal item foi destacado na votação da plenária geral, através de emenda supressiva aprovada por 51 votos a favor, 23 contra e 6 abstenções).  

Reafirmando a decisão, a plenária, com relação ao item I-d :&quot;Que o SINAL exija a efetiva contribuição paritária por parte do Bacen, conforme preconiza a Lei 9.650/1998, de forma a impedir o financiamento do PASBC por meio da PDL, para a extinção desta” também aprovou a supressão do trecho “de forma a impedir o financiamento do PASBC por meio da PDL, para a extinção desta”.

Exposta a história do tratamento da PDL pelas últimas ANDs, percebe-se que a manutenção da PDL veio ganhando força, enquanto que o caráter mutualista do sistema, ao contrário, foi enfraquecendo, pois na prática a PDL onera mais quem tem o azar de ficar mais doente do que os outros, pois além da contribuição paga, um percentual que incide sobre os proventos gerais, quem faz uso do Pasbc paga mais.  E numa lógica mercantilista, não mutualista,  isto é visto como justo.  

O principal argumento para a existencia da PDL é colocá-la como  fator “inibidor de abusos”. Trata-se de caracterizar os abusos para aferir até que ponto vale a pena os inocentes (que procuram o PASBC porque realmente precisam) pagarem pelos pecadores (hipocondríacos e outros). Com o nível salarial auferido pelos usuários titulares do PASBC também é difícil acreditar que um percentual de pagamento relativamente pequeno pelo serviço médico obtido é de fato um “fator inibidor”. 

Os abusos existentes, por outro lado, deveriam merecer estudo aprofundado objetivando tipificá-los, quantificá-los, conhecer-lhes as causas e levantar meios de coibi-los. E caberia um estudo pré e pós PDL para avaliar se ela realmente coibiu os &quot;abusos&quot;.  

Por outro lado, quando no item I-d acima, percebemos que a PDL tem sido na prática usada como um meio de financiamento do Sistema, o que pode estar contrariando, contabilmente, a “efetiva contribuição paritária por parte do Bacen, conforme preconiza a Lei 9650/1998&quot;. 

Ela assim mantida, não questionada pelos usuários, vem sendo incorporada como uma fonte certa de recursos a contribuir para o equilíbrio financeiro do plano, às custas dos que mais usam o Plano. Tem assim o condão de dar fôlego, postergar, desviar os administradores do PASBC da procura de outros meios, menos cruéis, de assegurar este equilíbrio, especialmente através da QVT e Saúde Ocupacional, para tratar da saúde e não só da doença, o que economiza sobremodo os recursos do Programa. 

Por outro lado, a extinção abrupta e repentina da “muleta” PDL, sem que os gestores do Plano tenham implementado os outros meios de compensação financeira em relação à essas receitas vertidas pela PDL, pode desequilibrar o Plano e colocá-lo em risco. Daí que desonerar os portadores de doenças graves é um começo para esta transição de volta ao mutualismo. E um período grande de superávits consecutivos seria outro meio seguro transição objetivando a extinção total da PDL. 

O mutualismo é mais justo. Incentivar, estimular e cultivar hábitos saudáveis  de vida é mais justo ainda. 
Dentre os outros planos que aderiram à PDL, gostaria de saber quais deles tem a paridade financeira e de gestão que tem o nosso PASBC.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadas as três últimas ANDs. que trataram da PDL (XX/2004, XXI/2006 e XXII/2008), a de 2008 decidiu manter a PDL no Regulamento do PASBC.<br />
Em 2004 a eliminação da PDL foi pedida e aprovada.<br />
Em 2006 a plenária revogou o pedido de eliminação da PDL (por 50 votos a favor da revogação, 12 contrários e 6 abstenções), após apreciar o item do Relatório do Grupo: “Revogar o pedido de eliminação do PDL proposto na AND de 2004, por tratar-se de um fator inibidor de abusos, atuar no sentido da preservação da saúde financeira do PASBC” (que no Grupo foi aprovado por 27 votos com 3 abstenções).  </p>
<p>Em 2008, no Grupo 4 que trata do PASBC, foi incluído no Relatório o item I-c: “Que o SINAL trabalhe, incansavelmente, pela extinção da PDL” (por 9 votos favoráveis, 9 contrários e 2 abstenções) e tal item foi destacado na votação da plenária geral, através de emenda supressiva aprovada por 51 votos a favor, 23 contra e 6 abstenções).  </p>
<p>Reafirmando a decisão, a plenária, com relação ao item I-d :&#8221;Que o SINAL exija a efetiva contribuição paritária por parte do Bacen, conforme preconiza a Lei 9.650/1998, de forma a impedir o financiamento do PASBC por meio da PDL, para a extinção desta” também aprovou a supressão do trecho “de forma a impedir o financiamento do PASBC por meio da PDL, para a extinção desta”.</p>
<p>Exposta a história do tratamento da PDL pelas últimas ANDs, percebe-se que a manutenção da PDL veio ganhando força, enquanto que o caráter mutualista do sistema, ao contrário, foi enfraquecendo, pois na prática a PDL onera mais quem tem o azar de ficar mais doente do que os outros, pois além da contribuição paga, um percentual que incide sobre os proventos gerais, quem faz uso do Pasbc paga mais.  E numa lógica mercantilista, não mutualista,  isto é visto como justo.  </p>
<p>O principal argumento para a existencia da PDL é colocá-la como  fator “inibidor de abusos”. Trata-se de caracterizar os abusos para aferir até que ponto vale a pena os inocentes (que procuram o PASBC porque realmente precisam) pagarem pelos pecadores (hipocondríacos e outros). Com o nível salarial auferido pelos usuários titulares do PASBC também é difícil acreditar que um percentual de pagamento relativamente pequeno pelo serviço médico obtido é de fato um “fator inibidor”. </p>
<p>Os abusos existentes, por outro lado, deveriam merecer estudo aprofundado objetivando tipificá-los, quantificá-los, conhecer-lhes as causas e levantar meios de coibi-los. E caberia um estudo pré e pós PDL para avaliar se ela realmente coibiu os &#8220;abusos&#8221;.  </p>
<p>Por outro lado, quando no item I-d acima, percebemos que a PDL tem sido na prática usada como um meio de financiamento do Sistema, o que pode estar contrariando, contabilmente, a “efetiva contribuição paritária por parte do Bacen, conforme preconiza a Lei 9650/1998&#8243;. </p>
<p>Ela assim mantida, não questionada pelos usuários, vem sendo incorporada como uma fonte certa de recursos a contribuir para o equilíbrio financeiro do plano, às custas dos que mais usam o Plano. Tem assim o condão de dar fôlego, postergar, desviar os administradores do PASBC da procura de outros meios, menos cruéis, de assegurar este equilíbrio, especialmente através da QVT e Saúde Ocupacional, para tratar da saúde e não só da doença, o que economiza sobremodo os recursos do Programa. </p>
<p>Por outro lado, a extinção abrupta e repentina da “muleta” PDL, sem que os gestores do Plano tenham implementado os outros meios de compensação financeira em relação à essas receitas vertidas pela PDL, pode desequilibrar o Plano e colocá-lo em risco. Daí que desonerar os portadores de doenças graves é um começo para esta transição de volta ao mutualismo. E um período grande de superávits consecutivos seria outro meio seguro transição objetivando a extinção total da PDL. </p>
<p>O mutualismo é mais justo. Incentivar, estimular e cultivar hábitos saudáveis  de vida é mais justo ainda.<br />
Dentre os outros planos que aderiram à PDL, gostaria de saber quais deles tem a paridade financeira e de gestão que tem o nosso PASBC.</p>
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